quarta-feira, 22 de abril de 2009

Mundo de papel

Oh mundo
venho até você
em veste nu.

Sem nada
e nem dinheiro,
nele vivo
como estrangeiro.

Se é a cédula
que tudo me traz.
O sentimento
pouco satisfaz.

O que sou pouco
os importa.
O que tenho
é o que me abre
as portas.

Assim ganho
o mundo
e me perco.

Ganho o mundo
de sentimentos
solitários e me
perco na multidão
de desilusão.

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