Lá fora cai a chuva
de sinfonia relaxante
que á todos enclausura.
Uma taça de vinho
algumas linhas para escrever,
sem alusão, apenas o fazer.
A família tranqüila pouco se irrita.
Vive como se não houvesse tempo,
sem angustia, sem medo e sem tormento.
A janta segue-se pelo cheiro
que paira sobre a casa.
Tal como peixe na brasa.
Já e hora de dormir.
Agora o poeta livre pra sonhar,
no mundo vai sumir.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
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